Image
Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz

Sobre

Eventos

Fotografias

Big Bands: Do Ballroom à Sala de Concerto


Um século de história do jazz é também um século de big bands. Dos primórdios do jazz até aos nossos dias, foram muitas as mudanças que se atravessaram no percurso das orquestras, levando-as a assumir as mais variadas personalidades: de animador insuperável das pistas de dança a veículo para os modernismos e experimentalismos. Permeável a todos os estilos, adotou as linguagens suas contemporâneas: orquestrando as que vinham do jazz – o swing, o bebop, o cool ou o free – e trazendo para o jazz as que vinham de fora – dos ritmos latinos à estética académica contemporânea. A viagem fascinante das big bands é o tema deste ciclo de concertos comentados da Orquestra Jazz de Matosinhos, passando por figuras históricas como Paul Whiteman, Benny Goodman, Count Basie, Duke Ellington, Dizzie Gillespie, Gil Evans, George Russel, Charlie Haden, Bob Brookmeyer e muitos mais. Os grandes compositores e arranjadores de outros tempos, mas também os ícones da atualidade como Carla Bley, Maria Schneider ou John Hollenbeck. São oito concertos em que a OJM assume de corpo inteiro aquela que é uma das suas missões, a de contar a história do jazz.



I - As Origens da Big Band

A surpresa e a ingenuidade de certo “jazz sinfónico”, a figura singular de Paul Whiteman, o papel essencial de Don Redman ou Sy Oliver, como arranjadores, e de Fletcher Henderson e Jimmie Lunceford, como chefes de orquestra, e a afirmação do génio de Ellington, o elegante “Duke” desta aristocracia emergente.


II - O Jazz na Pista de Dança

Juntam-se a esta história três nomes pioneiros à frente das suas orquestras: Andy Kirk, Benny Carter e Chick Webb. Na escrita dos arranjos, dão cartas Mary Lou Williams, Eddie Durham, Edgar Sampson e mais tarde Neil Hefei. Mas Basie é agora o “Count”, a grande personalidade deste período, na esteira de Benny Moten.


III - A Consagração do Swing

Os ballrooms continuam repletos e os micros estão lá, a transmitir em direto para a rádio: Jimmy e Tommy Dorsey, Glenn Miller, Charlie Barnet, Earl Hines e Cab Calloway põem os pares a dançar. Entretanto, o Swing, como estilo, adota o swing, como forma de entender o tempo. E Benny Goodman é consagrado o seu “King”.


IV - As Big Bands e o Jazz Moderno

As grandes orquestras brancas – Artie Shaw, Gene Krupa e Les Brown, entre outras – juntam-se às de Billy Eckstine ou Lionel Hampton nesses derradeiros tempos do Swing. E quer Dizzy Gillespie quer Woody Herman demonstram como o bebop e o cool podem ser “traduzidos” para big band.


V - As Big Bands e o Jazz Moderno

A par da evolução do jazz, as big bands começam a assumir-se como oficinas de experimentação musical. Nalguns casos, os arranjadores são os chefes da orquestra [e vice-versa]. É o tempo de Shorty Rogers, Gerry Mulligan, Bob Brookmeyer, Marty Paich, Al Cohn ou Bill Russo. E Stan Kenton e Gil Evans são expoentes da época.


VI - Outros Reflexos da Modernidade nas Big Bands

Sendo certo que, por definição, o free jazz se não dá bem com os rigores da partitura, músicos houve que mesmo assim inventaram, de forma nova e diferente, para a grande orquestra. Charles Mingus, Gunther Schuller, Oliver Nelson, George Russell ou Muhal Richard Abrams foram alguns deles. E Duke Ellington termina a carreira em grande.


VII - Quando as várias fusões convivem com os neo-classicismos

Um capítulo que “toca a reunir” personalidades muito diversas, músicos com modos diferentes de aproximação do jazz. Ordenados indiferentemente, eles são Quincy Jones ou Ray Charles, Buddy Rich ou de novo Gil Evans, Billy May ou Don Ellis, Tito Puente ou Gerald Wilson. Com a parelha Thad Jones/Mel Lewis a dar cartas, como se ouvirá.


VIII - As Big Bands e o Presente/Futuro do Jazz

Desaparecidos há muito os génios do jazz, este ainda tem para nos dar exemplos de alta qualidade no domínio das big bands. É o tempo das grandes sínteses e da polivalência estética, com jovens e veteranos a ombrear sobre os palcos: Bill Holman e Haden, Carla Bley e Toshiko, Maria Schneider e Hollenbeck, com Wynton Marsalis pelo meio. E, ainda e sempre, Bob Brookmeyer.

Eventos

2020


julho


4

|

Real Vinícola, Matosinhos

Câmara de Matosinhos e Orquestra Jazz de Matosinhos apresentam:


“Jazz na Real Vinícola”:

Ciclo de Concertos em Julho


A Câmara Municipal de Matosinhos e a Orquestra Jazz de Matosinhos apresentam o ciclo de concertos “Jazz na Real Vinícola”, todos os sábados de julho. Depois do concerto que marcou o regresso das actividades culturais, a orquestra quer continuar a tocar e apresentar ao vivo os diferentes repertórios que tem trabalhado ao longo de 23 anos de percurso.


No primeiro concerto do ciclo, “Viagem Pelos Tempos do Jazz: As Big Bands e o Jazz Moderno”, a OJM percorre a época do jazz contemporâneo, raramente abordada em retrospectivas do género, através da audição de obras para grande orquestra de jazz. De George Russell a Thad Jones, passando por Eddie Sauter, Oliver Nelson, Bob Brookmeyer, Charles Mingus e Maria Schneider.


A entrada para estes concertos, na praça exterior da Real Vinícola - onde se encontra o estúdio da Orquestra Jazz de Matosinhos -, é de acesso livre, mediante a lotação do espaço e de acordo com as regras da DGS. Poderão levantar a pulseira que dá acesso aos concertos na Câmara de Matosinhos, no Posto de Turismo de Matosinhos e na Casa da Arquitetura, nos três dias que antecedem cada concerto. No dia do concerto, a entrada na Real Vinícola tem de ser feita até meia hora antes do início dos concertos.


Em Julho, há Jazz na Real Vinícola!

Direção musical: Pedro Guedes

Madeiras: João Guimarães, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompetes: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro

Trombones: Daniel Dias, Paulo Perfeito, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Eurico Costa (guitarra), Filipe Louro (contrabaixo), João Cunha (bateria)

Image
2019


novembro


9

|

Fórum Luísa Todi, Setúbal


Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz / Big Bands: Do Ballroom à Sala de Concerto
Autoria e narração: Manuel Jorge VelosoDireção musical: Pedro Guedes
De George Russell a Thad Jones, passando por Eddie Sauter, Oliver Nelson, Bob Brookmeyer, Sun Ra, Don Ellis, Maria Schneider e Carla Bley. A segunda parte de “Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz” debruça-se sobre as big bands e o jazz moderno e há muito para contar. Em palco, a Orquestra Jazz de Matosinhos, conduzida por Pedro Guedes, faz uma revisão do chamado “período de ouro” das big bands nos EUA até aos dias de hoje. Um concerto que vai percorrer a época do jazz moderno e contemporâneo, raramente abordada em retrospectivas do género, através da audição, inédita entre nós, de obras para grande orquestra de jazz.

Depois de uma bem sucedida digressão que percorreu o país em 2018 até meados de 2019, a segunda parte de “Uma Viagem pelos Tempos do Jazz” arranca já no sábado, dia 5 de Outubro no Teatro Municipal de Vila Real, um concerto integrado no Douro Jazz. Seguem-se: dia 10, o Bragança Jazz, no Teatro Municipal de Bragança; dia 17, o Caldas Nice Jazz'19, no Centro Cultural das Caldas da Rainha; dia 26, no Auditório A Moagem do Fundão; e dia 9 de Novembro no Fórum Luísa Todi, Setúbal.

Autoria e narração: Manuel Jorge Veloso

Direção musical: Pedro Guedes
Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira
Trompetes: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro
Trombones: Paulo Perfeito, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias
Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Eurico Costa (guitarra), Filipe Louro (contrabaixo), João Cunha (bateria)
Image
2019


outubro


26

|

Octógono, Fundão


Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz / Big Bands: Do Ballroom à Sala de Concerto
Autoria e narração: Manuel Jorge VelosoDireção musical: Pedro Guedes

De George Russell a Thad Jones, passando por Eddie Sauter, Oliver Nelson, Bob Brookmeyer, Sun Ra, Don Ellis, Maria Schneider e Carla Bley. A segunda parte de “Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz” debruça-se sobre as big bands e o jazz moderno e há muito para contar. Em palco, a Orquestra Jazz de Matosinhos, conduzida por Pedro Guedes, faz uma revisão do chamado “período de ouro” das big bands nos EUA até aos dias de hoje. Um concerto que vai percorrer a época do jazz moderno e contemporâneo, raramente abordada em retrospectivas do género, através da audição, inédita entre nós, de obras para grande orquestra de jazz.

Depois de uma bem sucedida digressão que percorreu o país em 2018 até meados de 2019, a segunda parte de “Uma Viagem pelos Tempos do Jazz” arranca já no sábado, dia 5 de Outubro no Teatro Municipal de Vila Real, um concerto integrado no Douro Jazz. Seguem-se: dia 10, o Bragança Jazz, no Teatro Municipal de Bragança; dia 17, o Caldas Nice Jazz'19, no Centro Cultural das Caldas da Rainha; dia 26, no Auditório A Moagem do Fundão; e dia 9 de Novembro no Fórum Luísa Todi, Setúbal.

Autoria e narração: Manuel Jorge Veloso

Direção musical: Pedro Guedes
Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira
Trompetes: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro
Trombones: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias
Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Eurico Costa (guitarra), Filipe Louro (contrabaixo), João Cunha (bateria)
Image
2019


outubro


17

|

Centro Cultural e de Congressos, Caldas da Rainha


Caldas Nice Jazz'19
Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz / Big Bands: Do Ballroom à Sala de Concerto

Autoria e narração: Manuel Jorge Veloso
Direção musical: Pedro Guedes

De George Russell a Thad Jones, passando por Eddie Sauter, Oliver Nelson, Bob Brookmeyer, Sun Ra, Don Ellis, Maria Schneider e Carla Bley. A segunda parte de “Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz” debruça-se sobre as big bands e o jazz moderno e há muito para contar. Em palco, a Orquestra Jazz de Matosinhos, conduzida por Pedro Guedes, faz uma revisão do chamado “período de ouro” das big bands nos EUA até aos dias de hoje. Um concerto que vai percorrer a época do jazz moderno e contemporâneo, raramente abordada em retrospectivas do género, através da audição, inédita entre nós, de obras para grande orquestra de jazz.

Depois de uma bem sucedida digressão que percorreu o país em 2018 até meados de 2019, a segunda parte de “Uma Viagem pelos Tempos do Jazz” arranca já no sábado, dia 5 de Outubro no Teatro Municipal de Vila Real, um concerto integrado no Douro Jazz. Seguem-se: dia 10, o Bragança Jazz, no Teatro Municipal de Bragança; dia 17, o Caldas Nice Jazz'19, no Centro Cultural das Caldas da Rainha; dia 26, no Auditório A Moagem do Fundão; e dia 9 de Novembro no Fórum Luísa Todi, Setúbal.

Autoria e narração: Manuel Jorge Veloso

Direção musical: Pedro Guedes
Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira
Trompetes: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro
Trombones: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias
Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Eurico Costa (guitarra), Filipe Louro (contrabaixo), João Cunha (bateria)
Image
2019


outubro


10

|

Teatro Municipal, Bragança

Bragança Jazz 2019
Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz / Big Bands: Do Ballroom à Sala de Concerto
Autoria e narração: Manuel Jorge VelosoDireção musical: Pedro Guedes

De George Russell a Thad Jones, passando por Eddie Sauter, Oliver Nelson, Bob Brookmeyer, Sun Ra, Don Ellis, Maria Schneider e Carla Bley. A segunda parte de “Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz” debruça-se sobre as big bands e o jazz moderno e há muito para contar. Em palco, a Orquestra Jazz de Matosinhos, conduzida por Pedro Guedes, faz uma revisão do chamado “período de ouro” das big bands nos EUA até aos dias de hoje. Um concerto que vai percorrer a época do jazz moderno e contemporâneo, raramente abordada em retrospectivas do género, através da audição, inédita entre nós, de obras para grande orquestra de jazz.

Depois de uma bem sucedida digressão que percorreu o país em 2018 até meados de 2019, a segunda parte de “Uma Viagem pelos Tempos do Jazz” arranca já no sábado, dia 5 de Outubro no Teatro Municipal de Vila Real, um concerto integrado no Douro Jazz. Seguem-se: dia 10, o Bragança Jazz, no Teatro Municipal de Bragança; dia 17, o Caldas Nice Jazz'19, no Centro Cultural das Caldas da Rainha; dia 26, no Auditório A Moagem do Fundão; e dia 9 de Novembro no Fórum Luísa Todi, Setúbal.

Autoria e narração: Manuel Jorge Veloso

Direção musical: Pedro Guedes
Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira
Trompetes: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro
Trombones: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias
Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Eurico Costa (guitarra), Filipe Louro (contrabaixo), João Cunha (bateria)
Image
2019


outubro


5

|

Teatro Municipal, Vila Real

Bragança Jazz 2019
Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz / Big Bands: Do Ballroom à Sala de Concerto
Autoria e narração: Manuel Jorge VelosoDireção musical: Pedro Guedes


De George Russell a Thad Jones, passando por Eddie Sauter, Oliver Nelson, Bob Brookmeyer, Sun Ra, Don Ellis, Maria Schneider e Carla Bley. A segunda parte de “Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz” debruça-se sobre as big bands e o jazz moderno e há muito para contar. Em palco, a Orquestra Jazz de Matosinhos, conduzida por Pedro Guedes, faz uma revisão do chamado “período de ouro” das big bands nos EUA até aos dias de hoje. Um concerto que vai percorrer a época do jazz moderno e contemporâneo, raramente abordada em retrospectivas do género, através da audição, inédita entre nós, de obras para grande orquestra de jazz.


Depois de uma bem sucedida digressão que percorreu o país em 2018 até meados de 2019, a segunda parte de “Uma Viagem pelos Tempos do Jazz” arranca já no sábado, dia 5 de Outubro no Teatro Municipal de Vila Real, um concerto integrado no Douro Jazz. Seguem-se: dia 10, o Bragança Jazz, no Teatro Municipal de Bragança; dia 17, o Caldas Nice Jazz'19, no Centro Cultural das Caldas da Rainha; dia 26, no Auditório A Moagem do Fundão; e dia 9 de Novembro no Fórum Luísa Todi, Setúbal.

Autoria e narração: Manuel Jorge Veloso

Direção musical: Pedro Guedes
Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira
Trompetes: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro
Trombones: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias
Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Eurico Costa (guitarra), Filipe Louro (contrabaixo), João Cunha (bateria)


Image
2019


agosto


3

|

Teatro Municipal, Vila Real
2019


julho


12

|

Largo da Porta Nova, Barcelos
2019


julho


4

|

Real Vinícola, Matosinhos
2019


junho


15

|

Festival de Jazz de Minde, Minde
2019


junho


15

|

Festival de Jazz de Minde, Minde
2019


março


8

|

Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima

Uma Viagem pelos Tempos do Jazz / Do Ballroom à Sala de Concerto
Autoria e Apresentação por Manuel Jorge Veloso

Primeiro de quatro concertos pedagógicos a realizar entre 2019 e 2022, com o título Uma Viagem pelos Tempos do Jazz. Este conjunto de concertos pedagógicos, contando com a apresentação do seu autor e crítico de jazz Manuel Jorge Veloso, coloca em evidência a importância que as big bands tiveram na História do Jazz, enquanto formação instrumental indissociável da evolução dos vários estilos jazzísticos. E serve também para cotejar traços distintivos desse percurso, desde os tempos em que as grandes orquestras eram um elemento essencial à dança nos grandes espaços de diversão públicos até à atmosfera calorosa dos pequenos clubes e das mais reputadas salas de concerto.

Percorrendo o repertório do chamado “período de ouro” que ficou a marcar o trajecto das big bands (1925/1955), a Orquestra Jazz de Matosinhos interpreta nesta primeira série várias peças-chave das orquestras de Fletcher Henderson, Jimmie Lunceford, Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Dizzy Gillespie, Woody Herman, Stan Kenton ou Gerry Mulligan, arranjadores, compositores e chefes de orquestra de referência nesse período.

Sugar Foot Stomp, composição Joseph [King] Oliver e Louis Armstrong / arranjo Fletcher Henderson
For Dancers Only, composição Duke Ellington / arranjo Sy Oliver / transcrição Telmo Marques
The Mooch, composição Duke Ellington / arranjo Will Hudson
Concerto for Cootie (Do Nothin’ Till You Hear From Me), composição e arranjo Duke Ellington / transcrição David Berger

Corner Pocket, Count Basie and his Orchestra, composição e arranjo Freddy Green / transcrição Telmo Marques
Li’l Darlin’, composição e arranjo Neal Hefti
April in Paris, composição Vernon Duke / transcrição Jeff Hest
Sing, Sing, Sing (Part I), composição Louis Prima / transcrição Jeff Hest
I’m Gettin Sentimental Over You, composição George Bassman / arranjo Noni Bernardi
Well Get It, Tommy Dorsey, composição e arranjo Sy Oliver
Similau (See me low), Artie Shaw Orchestra, composição Leopold Gonzalez, Arden Clar, Harry Coleman / arranjo George Russell
Our Delight, composição e arranjo Tadd Dameron
Yardbird Suite, composição Charlie Parker / arranjo Gil Evans
Four Brothers, composição Jimmy Giuffre / arranjo Woody Herman
23º North 82º West, composição e arranjo William Russo
Lady Chatterley’s Mother, composição e arranjo Al Cohn

2018


novembro


16

|

Pavilhão Paz e Amizade, Loures


Uma Viagem pelos Tempos do Jazz / Do Ballroom à Sala de Concerto

Autoria e Apresentação por Manuel Jorge Veloso


Com a realização deste concerto, a Orquestra Jazz de Matosinhos inicia, até final do presente ano, uma digressão por algumas cidades do país para apresentar uma série de concertos que será complementada durante todo o ano de 2019 através de uma segunda série, constituindo ambas a síntese de um dos seus mais destacados e aplaudidos projectos: a aliciante revisitação musical da história das big bands no jazz.


Este conjunto de concertos pedagógicos, contando com a apresentação do seu autor e crítico de jazz Manuel Jorge Veloso, colocará em evidência a importância que as big bands tiveram na História do Jazz, enquanto formação instrumental indissociável da evolução dos vários estilos jazzísticos. E servirá também para cotejar traços distintivos desse percurso, desde os tempos em que as grandes orquestras eram um elemento essencial à dança nos grandes espaços de diversão públicos até à atmosfera calorosa dos pequenos clubes e das mais reputadas salas de concerto.


Percorrendo o repertório do chamado “período de ouro” que ficou a marcar o trajecto das big bands (1925/1955), a OJM tocará nesta primeira série várias peças-chave das orquestras de Fletcher Henderson, Jimmie Lunceford, Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Dizzy Gillespie, Woody Herman, Stan Kenton ou Gerry Mulligan, arranjadores, compositores e chefes de orquestra de referência nesse período.


Concerto inserido na programação do Festival de Orquestras Ligeiras.



Repertório

Sugar Foot Stomp, composição Joseph [King] Oliver e Louis Armstrong / arranjo Fletcher Henderson

For Dancers Only, composição Duke Ellington / arranjo Sy Oliver / transcrição Telmo Marques

The Mooch, composição Duke Ellington / arranjo Will Hudson

Concerto for Cootie (Do Nothin’ Till You Hear From Me), composição e arranjo Duke Ellington / transcrição David Berger

Corner Pocket, Count Basie and his Orchestra, composição e arranjo Freddy Green / transcrição Telmo Marques

Li’l Darlin’, composição e arranjo Neal Hefti

April in Paris, composição Vernon Duke / transcrição Jeff Hest

Sing, Sing, Sing (Part I), composição Louis Prima / transcrição Jeff Hest

I’m Gettin Sentimental Over You, composição George Bassman / arranjo Noni Bernardi

Well Get It, Tommy Dorsey, composição e arranjo Sy Oliver

Similau (See me low), Artie Shaw Orchestra, composição Leopold Gonzalez, Arden Clar, Harry Coleman / arranjo George Russell

Our Delight, composição e arranjo Tadd Dameron

Yardbird Suite, composição Charlie Parker / arranjo Gil Evans

Four Brothers, composição Jimmy Giuffre / arranjo Woody Herman

23º North 82º West, composição e arranjo William Russo

Lady Chatterley’s Mother, composição e arranjo Al Cohn

Good Bait, composição Count Basie, Tadd Dameron / arranjo Tadd Dameron

Convidados: Manuel Jorge Veloso (comentador)

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro

Trombone: Daniel Dias, Paulo Perfeito, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2018


outubro


25

|

Centro Cultural e de Congressos, Caldas da Rainha

Uma Viagem pelos Tempos do Jazz / Do Ballroom à Sala de Concerto

Autoria e Apresentação por Manuel Jorge Veloso


Com a realização deste concerto, a Orquestra Jazz de Matosinhos inicia, até final do presente ano, uma digressão por algumas cidades do país para apresentar uma série de concertos que será complementada durante todo o ano de 2019 através de uma segunda série, constituindo ambas a síntese de um dos seus mais destacados e aplaudidos projectos: a aliciante revisitação musical da história das big bands no jazz.


Este conjunto de concertos pedagógicos, contando com a apresentação do seu autor e crítico de jazz Manuel Jorge Veloso, colocará em evidência a importância que as big bands tiveram na História do Jazz, enquanto formação instrumental indissociável da evolução dos vários estilos jazzísticos. E servirá também para cotejar traços distintivos desse percurso, desde os tempos em que as grandes orquestras eram um elemento essencial à dança nos grandes espaços de diversão públicos até à atmosfera calorosa dos pequenos clubes e das mais reputadas salas de concerto.


Percorrendo o repertório do chamado “período de ouro” que ficou a marcar o trajecto das big bands (1925/1955), a OJM tocará nesta primeira série várias peças-chave das orquestras de Fletcher Henderson, Jimmie Lunceford, Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Dizzy Gillespie, Woody Herman, Stan Kenton ou Gerry Mulligan, arranjadores, compositores e chefes de orquestra de referência nesse período.



Repertório

Sugar Foot Stomp, composição Joseph [King] Oliver e Louis Armstrong / arranjo Fletcher Henderson

For Dancers Only, composição Duke Ellington / arranjo Sy Oliver / transcrição Telmo Marques

The Mooch, composição Duke Ellington / arranjo Will Hudson

Concerto for Cootie (Do Nothin’ Till You Hear From Me), composição e arranjo Duke Ellington / transcrição David Berger

Corner Pocket, Count Basie and his Orchestra, composição e arranjo Freddy Green / transcrição Telmo Marques

Li’l Darlin’, composição e arranjo Neal Hefti

April in Paris, composição Vernon Duke / transcrição Jeff Hest

Sing, Sing, Sing (Part I), composição Louis Prima / transcrição Jeff Hest

I’m Gettin Sentimental Over You, composição George Bassman / arranjo Noni Bernardi

Well Get It, Tommy Dorsey, composição e arranjo Sy Oliver

Similau (See me low), Artie Shaw Orchestra, composição Leopold Gonzalez, Arden Clar, Harry Coleman / arranjo George Russell

Our Delight, composição e arranjo Tadd Dameron

Yardbird Suite, composição Charlie Parker / arranjo Gil Evans

Four Brothers, composição Jimmy Giuffre / arranjo Woody Herman

23º North 82º West, composição e arranjo William Russo

Lady Chatterley’s Mother, composição e arranjo Al Cohn

Good Bait, composição Count Basie, Tadd Dameron / arranjo Tadd Dameron

Convidados: Manuel Jorge Veloso (comentador)

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2018


outubro


21

|

Fórum Luísa Todi, Setúbal
Uma Viagem pelos Tempos do Jazz / Do Ballroom à Sala de Concerto

Autoria e Apresentação por Manuel Jorge Veloso


Com a realização deste concerto, a Orquestra Jazz de Matosinhos inicia, até final do presente ano, uma digressão por algumas cidades do país para apresentar uma série de concertos que será complementada durante todo o ano de 2019 através de uma segunda série, constituindo ambas a síntese de um dos seus mais destacados e aplaudidos projectos: a aliciante revisitação musical da história das big bands no jazz.


Este conjunto de concertos pedagógicos, contando com a apresentação do seu autor e crítico de jazz Manuel Jorge Veloso, colocará em evidência a importância que as big bands tiveram na História do Jazz, enquanto formação instrumental indissociável da evolução dos vários estilos jazzísticos. E servirá também para cotejar traços distintivos desse percurso, desde os tempos em que as grandes orquestras eram um elemento essencial à dança nos grandes espaços de diversão públicos até à atmosfera calorosa dos pequenos clubes e das mais reputadas salas de concerto.


Percorrendo o repertório do chamado “período de ouro” que ficou a marcar o trajecto das big bands (1925/1955), a OJM tocará nesta primeira série várias peças-chave das orquestras de Fletcher Henderson, Jimmie Lunceford, Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Dizzy Gillespie, Woody Herman, Stan Kenton ou Gerry Mulligan, arranjadores, compositores e chefes de orquestra de referência nesse período.



Repertório

Sugar Foot Stomp, composição Joseph [King] Oliver e Louis Armstrong / arranjo Fletcher Henderson

For Dancers Only, composição Duke Ellington / arranjo Sy Oliver / transcrição Telmo Marques

The Mooch, composição Duke Ellington / arranjo Will Hudson

Concerto for Cootie (Do Nothin’ Till You Hear From Me), composição e arranjo Duke Ellington / transcrição David Berger

Corner Pocket, Count Basie and his Orchestra, composição e arranjo Freddy Green / transcrição Telmo Marques

Li’l Darlin’, composição e arranjo Neal Hefti

April in Paris, composição Vernon Duke / transcrição Jeff Hest

Sing, Sing, Sing (Part I), composição Louis Prima / transcrição Jeff Hest

I’m Gettin Sentimental Over You, composição George Bassman / arranjo Noni Bernardi

Well Get It, Tommy Dorsey, composição e arranjo Sy Oliver

Similau (See me low), Artie Shaw Orchestra, composição Leopold Gonzalez, Arden Clar, Harry Coleman / arranjo George Russell

Our Delight, composição e arranjo Tadd Dameron

Yardbird Suite, composição Charlie Parker / arranjo Gil Evans

Four Brothers, composição Jimmy Giuffre / arranjo Woody Herman

23º North 82º West, composição e arranjo William Russo

Lady Chatterley’s Mother, composição e arranjo Al Cohn

Good Bait, composição Count Basie, Tadd Dameron / arranjo Tadd Dameron

Convidados: Manuel Jorge Veloso (comentador)

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro

Trombone: Álvaro Pinto, Daniel Dias, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2018


outubro


13

|

Teatro Municipal, Bragança


Uma Viagem pelos Tempos do Jazz / Do Ballroom à Sala de Concerto


Autoria e Apresentação por Manuel Jorge Veloso


Com a realização deste concerto, a Orquestra Jazz de Matosinhos inicia, até final do presente ano, uma digressão por algumas cidades do país para apresentar uma série de concertos que será complementada durante todo o ano de 2019 através de uma segunda série, constituindo ambas a síntese de um dos seus mais destacados e aplaudidos projectos: a aliciante revisitação musical da história das big bands no jazz.


Este conjunto de concertos pedagógicos, contando com a apresentação do seu autor e crítico de jazz Manuel Jorge Veloso, colocará em evidência a importância que as big bands tiveram na História do Jazz, enquanto formação instrumental indissociável da evolução dos vários estilos jazzísticos. E servirá também para cotejar traços distintivos desse percurso, desde os tempos em que as grandes orquestras eram um elemento essencial à dança nos grandes espaços de diversão públicos até à atmosfera calorosa dos pequenos clubes e das mais reputadas salas de concerto.


Percorrendo o repertório do chamado “período de ouro” que ficou a marcar o trajecto das big bands (1925/1955), a OJM tocará nesta primeira série várias peças-chave das orquestras de Fletcher Henderson, Jimmie Lunceford, Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Dizzy Gillespie, Woody Herman, Stan Kenton ou Gerry Mulligan, arranjadores, compositores e chefes de orquestra de referência nesse período.


Concerto inserido na programação do festival Bragança Jazz.



Repertório

Sugar Foot Stomp, composição Joseph [King] Oliver e Louis Armstrong / arranjo Fletcher Henderson

For Dancers Only, composição Duke Ellington / arranjo Sy Oliver / transcrição Telmo Marques

The Mooch, composição Duke Ellington / arranjo Will Hudson

Concerto for Cootie (Do Nothin’ Till You Hear From Me), composição e arranjo Duke Ellington / transcrição David Berger

Corner Pocket, Count Basie and his Orchestra, composição e arranjo Freddy Green / transcrição Telmo Marques

Li’l Darlin’, composição e arranjo Neal Hefti

April in Paris, composição Vernon Duke / transcrição Jeff Hest

Sing, Sing, Sing (Part I), composição Louis Prima / transcrição Jeff Hest

I’m Gettin Sentimental Over You, composição George Bassman / arranjo Noni Bernardi

Well Get It, Tommy Dorsey, composição e arranjo Sy Oliver

Similau (See me low), Artie Shaw Orchestra, composição Leopold Gonzalez, Arden Clar, Harry Coleman / arranjo George Russell

Our Delight, composição e arranjo Tadd Dameron

Yardbird Suite, composição Charlie Parker / arranjo Gil Evans

Four Brothers, composição Jimmy Giuffre / arranjo Woody Herman

23º North 82º West, composição e arranjo William Russo

Lady Chatterley’s Mother, composição e arranjo Al Cohn

Good Bait, composição Count Basie, Tadd Dameron / arranjo Tadd Dameron

Convidados: Manuel Jorge Veloso (comentador)

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro

Trombone: Álvaro Pinto, Daniel Dias, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Miguel Meirinhos (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2018


outubro


6

|

Mar Shopping, Matosinhos

Este concerto realiza-se no âmbito do 10.º Aniversário do Mar Shopping e evidência a importância das big bands na História do Jazz, enquanto formação instrumental indissociável da evolução dos vários estilos jazzísticos. Percorrendo o repertório do chamado “período de ouro” que ficou a marcar o trajecto das big bands (1925/1955), a OJM vai tocar várias peças-chave das orquestras de Fletcher Henderson, Jimmie Lunceford, Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Dizzy Gillespie, Woody Herman, Stan Kenton ou Gerry Mulligan, arranjadores, compositores e chefes de orquestra de referência nesse período.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro

Trombone: Álvaro Pinto, Daniel Dias, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2018


setembro


30

|

Parque do Convento, Fundão


Uma Viagem pelos Tempos do Jazz / Do Ballroom à Sala de Concerto


Autoria e Apresentação por Manuel Jorge Veloso


Com a realização deste concerto, a Orquestra Jazz de Matosinhos inicia, até final do presente ano, uma digressão por algumas cidades do país para apresentar uma série de concertos que será complementada durante todo o ano de 2019 através de uma segunda série, constituindo ambas a síntese de um dos seus mais destacados e aplaudidos projectos: a aliciante revisitação musical da história das big bands no jazz.


Este conjunto de concertos pedagógicos, contando com a apresentação do seu autor e crítico de jazz Manuel Jorge Veloso, colocará em evidência a importância que as big bands tiveram na História do Jazz, enquanto formação instrumental indissociável da evolução dos vários estilos jazzísticos. E servirá também para cotejar traços distintivos desse percurso, desde os tempos em que as grandes orquestras eram um elemento essencial à dança nos grandes espaços de diversão públicos até à atmosfera calorosa dos pequenos clubes e das mais reputadas salas de concerto.


Percorrendo o repertório do chamado “período de ouro” que ficou a marcar o trajecto das big bands (1925/1955), a OJM tocará nesta primeira série várias peças-chave das orquestras de Fletcher Henderson, Jimmie Lunceford, Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Dizzy Gillespie, Woody Herman, Stan Kenton ou Gerry Mulligan, arranjadores, compositores e chefes de orquestra de referência nesse período.


Entrada gratuita.



Repertório

Sugar Foot Stomp, composição Joseph [King] Oliver e Louis Armstrong / arranjo Fletcher Henderson

For Dancers Only, composição Duke Ellington / arranjo Sy Oliver / transcrição Telmo Marques

The Mooch, composição Duke Ellington / arranjo Will Hudson

Concerto for Cootie (Do Nothin’ Till You Hear From Me), composição e arranjo Duke Ellington / transcrição David Berger

Corner Pocket, Count Basie and his Orchestra, composição e arranjo Freddy Green / transcrição Telmo Marques

Li’l Darlin’, composição e arranjo Neal Hefti

April in Paris, composição Vernon Duke / transcrição Jeff Hest

Sing, Sing, Sing (Part I), composição Louis Prima / transcrição Jeff Hest

I’m Gettin Sentimental Over You, composição George Bassman / arranjo Noni Bernardi

Well Get It, Tommy Dorsey, composição e arranjo Sy Oliver

Similau (See me low), Artie Shaw Orchestra, composição Leopold Gonzalez, Arden Clar, Harry Coleman / arranjo George Russell

Our Delight, composição e arranjo Tadd Dameron

Yardbird Suite, composição Charlie Parker / arranjo Gil Evans

Four Brothers, composição Jimmy Giuffre / arranjo Woody Herman

23º North 82º West, composição e arranjo William Russo

Lady Chatterley’s Mother, composição e arranjo Al Cohn

Good Bait, composição Count Basie, Tadd Dameron / arranjo Tadd Dameron

Convidados: Manuel Jorge Veloso (comentador)

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Luís Macedo, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro, Javier Pereiro

Trombone: Álvaro Pinto, Daniel Dias, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

Image
Image
Image
Image
2018


setembro


15

|

Terminal de Passageiros do Porto de Leixões, Matosinhos

Este concerto realiza-se no âmbito do Dia do Porto de Leixões e evidência a importância das big bands na História do Jazz, enquanto formação instrumental indissociável da evolução dos vários estilos jazzísticos. Percorrendo o repertório do chamado “período de ouro” que ficou a marcar o trajecto das big bands (1925/1955), a OJM vai tocar várias peças-chave das orquestras de Fletcher Henderson, Jimmie Lunceford, Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Tommy Dorsey, Artie Shaw, Dizzy Gillespie, Woody Herman, Stan Kenton ou Gerry Mulligan, arranjadores, compositores e chefes de orquestra de referência nesse período.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Luís Macedo, Pedro Jerónimo, Javier Pereiro

Trombone: Álvaro Pinto, Daniel Dias, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2017


maio


2

|

Terminal de Passageiros do Porto de Leixões, Matosinhos

A Orquestra Jazz de Matosinhos recria o nascimento e a afirmação das big bands de jazz. Neste concerto a OJM percorre três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico” e a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras; o jazz dançante, fase que culmina com a revelação do grande Count Basie; e, finalmente, a época de consagração do swing, com várias personalidades que resistiram ao tempo, entre as quais se destacam Jimmie Lucenford.

Este concerto integra a programação da sessão pública de encerramento do “ON.2 - O Novo Norte”.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, José Pedro Coelho, João Guimarães, Mário Santos, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Javier Pereiro, Ricardo Formoso, Rogério Ribeiro

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2015


dezembro


10

|

Norte Shopping, Matosinhos
2015


novembro


14

|

Tanoaria Real Vinícola, Matosinhos

Ilustrar o nascimento e a afirmação das big bands de jazz e dar a conhecer alguns do seus mais ilustres criadores, praticantes e líderes é o objectivo da Orquestra Jazz de Matosinhos.

Neste programa, a OJM percorre três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico” e a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras; o jazz dançante, fase que culmina com a revelação do grande Count Basie; e, finalmente, a época de consagração do swing, com várias personalidades que resistiram ao tempo, entre as quais se destacam Jimmy Lucenford e Benny Goodman. Este programa idealizado por Manuel Jorge Veloso, confirma que a OJM tem uma notável capacidade de mergulhar na história do jazz e de fazer reviver momentos e ambientes inesquecíveis dos anos pioneiros de afirmação das big bands.

Concerto inserido em "Obra em Festa", uma iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com a Casa da Arquitectura e Orquestra Jazz de Matosinhos, para apresentação do projeto e obra de reabilitação da Real Vinícola. Entrada Livre.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: João Guimarães, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Javier Pereiro, Rogério Ribeiro, Ricardo Formoso

Trombone: Daniel Dias, Paulo Perfeito, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

Image
2015


outubro


10

|

Casa da Criatividade, São João da Madeira

Ilustrar o nascimento e a afirmação das big bands de jazz e dar a conhecer alguns do seus mais ilustres criadores, praticantes e líderes é o objectivo da Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM).

Neste programa, a OJM percorre três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico” e a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras; o jazz dançante, fase que culmina com a revelação do grande Count Basie; e, finalmente, a época de consagração do swing, com várias personalidades que resistiram ao tempo, entre as quais se destacam Jimmy Lucenford e Benny Goodman. Este programa idealizado por Manuel Jorge Veloso, confirma que a OJM tem uma notável capacidade de mergulhar na história do jazz e de fazer reviver momentos e ambientes inesquecíveis dos anos pioneiros de afirmação das big bands.

Concerto comemorativo do 89º Aniversário de Emancipação Concelhia pela Câmara Municipal de São João da Madeira.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: João Guimarães, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Javier Pereiro, Rogério Ribeiro, Ricardo Formoso

Trombone: Daniel Dias, Paulo Perfeito, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

Image
2015


julho


9

|

Anfiteatro do Parque da Devesa, V. N. Famalição

OJM recria o nascimento e a afirmação das big bands de jazz | Período de 1925 até 1945. Neste concerto a OJM percorre três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico” e a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras; o jazz dançante, fase que culmina com a revelação do grande Count Basie; e, finalmente, a época de consagração do swing, com várias personalidades que resistiram ao tempo, entre as quais se destacam Jimmie Lucenford e Benny Goodman.

Concerto realizado no âmbito do Dia do Município de Vila Nova de Famalicão, entrada livre. ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal – 50 anos, patrocinador principal, em co-produção com a Casa das Artes/ Município de Vila Nova de Famalicão.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: João Guimarães, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Javier Pereiro, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias , Paulo Perfeito

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2014


junho


14

|

Piscina das Marés, Matosinhos

OJM recria o nascimento e a afirmação das big bands de jazz. Neste concerto a OJM percorre três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico” e a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras; o jazz dançante, fase que culmina com a revelação do grande Count Basie; e, finalmente, a época de consagração do swing, com várias personalidades que resistiram ao tempo, entre as quais se destaca Jimmie Lucenford.

Apresentação e lançamento de OJM Jazz Lovers, uma plataforma de amigos e apoiantes da OJM.

Direção Musical: Carlos Azevedo

Madeiras: José Luís Rego, João Guimarães, Hugo Lopes, João Pedro Brandão, Rui Teixeira

Trompete: Javier Pereiro, Rogério Ribeiro, Luís Macedo

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: António Pedro (guitarra), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

Image
2013


dezembro


8

|

Passos Manuel, Porto

Nesta 4.ª edição do Festival Porta Jazz, a Orquestra Jazz de Matosinhos recria o nascimento e a afirmação das big bands de jazz. Neste concerto, a OJM percorre três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico” e a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras; o jazz dançante, fase que culmina com a revelação do grande Count Basie; e, finalmente, a época de consagração do swing, com várias personalidades que resistiram ao tempo, entre as quais se destacam Jimmie Lucenford.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Javier Pereiro, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2013


dezembro


1

|

Casa da Música (Sala Suggia), Porto

Em continuação da primeira apresentação realizada no ano passado nesta mesma sala pela Orquestra Jazz de Matosinhos, este segundo concerto, comentado pelo crítico e divulgador Manuel Jorge Veloso, constitui a derradeira parte de um dos mais recentes e aliciantes projectos da orquestra. Passada em revista que já foi a história do chamado “período de ouro” das big bands nos EUA (1925/1955), esta viagem musical irá hoje percorrer a época do jazz moderno e contemporâneo, raramente abordada em retrospectivas do género, através da audição, inédita entre nós, de obras para grande orquestra de jazz. Para além da indispensável referência à parte final da notória carreira de Duke Ellington, outras peças importantes do repertório para big band colocarão em evidência a notabilíssima originalidade e inventa da música de Gil Evans/Miles Davis, Charlie Mingus e Eddie Sauter, George Russell e Oliver Nelson, Thad Jones e Bob Brookmeyer, Carla Bley ou Maria Schneider.

Convidados: Manuel Jorge Veloso (comentador)

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Javier Pereiro, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva

Trompa: Ricardo Matosinhos , Hélder Vales , Nelson Silva

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2013


junho


8

|

Serralves em Festa, Porto
2012


julho


13

|

Casa da Música (Sala Suggia), Porto

Neste concerto, comentado por Manuel Jorge Veloso, a Orquestra Jazz de Matosinhos percorre quatro momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico”, com a afirmação do génio de Duke Ellington; Jimmy Lunceford, proeminente chefe de orquestra; e o jazz dançante com a consagração do Swing, com Benny Goodman e a revelação do grande Count Basie, com passagem ainda, entre outros, por Tommy Dorsey e Dizzy Gillespie e respectivas orquestras.

Convidados: Manuel Jorge Veloso (comentador)

Direção Musical: Carlos Azevedo

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Rui Bandeira

Secção Rítmica: Pedro Guedes (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2012


fevereiro


13

|

Teatro Viriato, Viseu

Ilustrar o nascimento e a afirmação das big bands de jazz (de 1925 até 1945) e dar a conhecer alguns dos seus mais ilustres criadores, praticantes e líderes é o objectivo do mais recente projecto da Orquestra Jazz de Matosinhos.

Neste programa, a Orquestra Jazz de Matosinhos percorre três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico” e a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras: o jazz dançante, fase que culmina com a revelação do grande Count Basie; e, finalmente, a época de consagração do swing, com várias personalidades que resistiram ao tempo, entre as quais se destacam Glenn Miller e Benny Goodman.

Este programa idealizado por Manuel Jorge Veloso confirma a Orquestra Jazz de Matosinhos como um conjunto de grande competência técnica e musicalidade, capaz de fazer reviver, muitas décadas depois, os anos pioneiros de afirmação das big bands.

Convidados: Manuel Jorge Veloso (comentador)

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , José Silva

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2011


novembro


15

|

Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

A Orquestra de Jazz de Matosinhos realiza uma viagem pelos tempos do jazz, dando ao público uma panorâmica da história das big band enquanto formação instrumental por excelência. George Russell, Quincy Jones, Bill Holman, Oliver Nelson e Michael Abene são alguns dos nomes de referência na história do jazz e recordados pela Orquestra de Jazz de Matosinhos.

Concerto inserido na programação do terceiro aniversário do Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2011


agosto


18

|

Lisboa na Rua, Lisboa

LISBOA NA RUA - LARGO DE SÃO CARLOS

Ilustrar o nascimento e a afirmação das big bands de jazz (de 1925 até 1945) e dar a conhecer alguns dos seus mais ilustres criadores, praticantes e líderes é o objetivo do mais recente projeto da Orquestra Jazz de Matosinhos.

Sublinham-se as diferenças essenciais entre as várias funções da big band no jazz, desde os primeiros passos enquanto grupo instrumental essencial à dança e ao entertainment nos grandes ballrooms, até atingir um estatuto artístico inerente à praxes musical “pura” e “não utilitária”, já no contexto da sala de concerto.

Nesta apresentação da Orquestra Jazz de Matosinhos percorrem-se três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico”, com a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras; Jimmie Luncenford, proeminente chefe de orquestra; e o jazz dançante com a consagração do swing, com Benny Goodman e a revelação do grande Count Basie.

Acompanha-se assim a evolução de uma das formações instrumentais mais apaixonastes em toda a história do Jazz, a big band, enquanto organismo musical no interior do qual a disciplina e coesão do colectivo bem como a destreza e criatividade do solista individual assumem, na sua ambivalência e peso relativos, uma interessante e incomparável dialéctica, como elementos essenciais à arte de arranjar e compor para grande orquestra de jazz.

(nota redigida a partir de um texto de Manuel Jorge Veloso)

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2011


junho


5

|

Praça Rodrigues Lobo, Leiria

Ilustrar o nascimento e a afirmação das big bands de jazz (de 1925 até 1945) e dar a conhecer alguns dos seus mais ilustres criadores, praticantes e líderes é o objetivo do mais recente projeto da Orquestra Jazz de Matosinhos.

Sublinham-se as diferenças essenciais entre as várias funções da big band no jazz, desde os primeiros passos enquanto grupo instrumental essencial à dança e ao entertainment nos grandes ballrooms, até atingir um estatuto artístico inerente à praxes musical “pura” e “não utilitária”, já no contexto da sala de concerto.

Nesta apresentação da Orquestra Jazz de Matosinhos percorrem-se três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico”, com a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras; Jimmie Luncenford, proeminente chefe de orquestra; e o jazz dançante com a consagração do swing, com Benny Goodman e a revelação do grande Count Basie.

Acompanha-se assim a evolução de uma das formações instrumentais mais apaixonastes em toda a história do Jazz, a big band, enquanto organismo musical no interior do qual a disciplina e coesão do colectivo bem como a destreza e criatividade do solista individual assumem, na sua ambivalência e peso relativos, uma interessante e incomparável dialéctica, como elementos essenciais à arte de arranjar e compor para grande orquestra de jazz.

(nota redigida a partir de um texto de Manuel Jorge Veloso)

Este concerto integra a programação da 29.ª edição do Festival de Música em Leiria.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2011


abril


16

|

Centro Cultural de Belém, Lisboa
2011


abril


16

|

Centro Cultural de Belém, Lisboa

Ilustrar o nascimento e a afirmação das big bands de jazz (de 1925 até 1945) e dar a conhecer alguns dos seus mais ilustres criadores, praticantes e líderes é o objetivo do mais recente projeto da Orquestra Jazz de Matosinhos.

Sublinham-se as diferenças essenciais entre as várias funções da big band no jazz, desde os primeiros passos enquanto grupo instrumental essencial à dança e ao entertainment nos grandes ballrooms, até atingir um estatuto artístico inerente à praxes musical “pura” e “não utilitária”, já no contexto da sala de concerto.

Nesta apresentação da Orquestra Jazz de Matosinhos percorrem-se três momentos essenciais da história das big bands: as suas origens, perpassadas por uma certa ingenuidade do “jazz sinfónico”, com a afirmação do génio de Duke Ellington, um dos mais brilhantes e elegantes condutores de grandes orquestras; Jimmie Luncenford, proeminente chefe de orquestra; e o jazz dançante com a consagração do swing, com Benny Goodman e a revelação do grande Count Basie.

Acompanha-se assim a evolução de uma das formações instrumentais mais apaixonastes em toda a história do Jazz, a big band, enquanto organismo musical no interior do qual a disciplina e coesão do colectivo bem como a destreza e criatividade do solista individual assumem, na sua ambivalência e peso relativos, uma interessante e incomparável dialéctica, como elementos essenciais à arte de arranjar e compor para grande orquestra de jazz.

(nota redigida a partir de um texto de Manuel Jorge Veloso)

Este concerto realizado integra a programação Dias da Música, organizada pelo Centro Cultural de Belém.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Gileno Santana, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2010


dezembro


4

|

Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

VIII - As Big Bands e o Presente/Futuro do Jazz

Desaparecidos há muito os génios do jazz, este ainda tem para nos dar exemplos de alta qualidade no domínio das big bands. É o tempo das grandes sínteses e da polivalência estética, com jovens e veteranos a ombrear sobre os palcos: Bill Holman e Haden, Carla Bley e Toshiko, Maria Schneider e Hollenbeck, com Wynton Marsalis pelo meio. E, ainda e sempre, Bob Brookmeyer.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Gileno Santana, José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2010


outubro


16

|

Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

VII - Quando as várias fusões convivem com os neo-classicismos

Um capítulo que “toca a reunir” personalidades muito diversas, músicos com modos diferentes de aproximação do jazz. Ordenados indiferentemente, eles são Quincy Jones ou Ray Charles, Buddy Rich ou de novo Gil Evans, Billy May ou Don Ellis, Tito Puente ou Gerald Wilson. Com a parelha Thad Jones/Mel Lewis a dar cartas, como se ouvirá.

Direção Musical: Carlos Azevedo

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Ricardo Formoso, José Silva

Trompa: Nelson Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Pedro Guedes (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

Percussão: Andres "Pancho" Tarabbia

2010


agosto


26

|

Lisboa na Rua, Lisboa

LISBOA NA RUA - JARDIM SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA


“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

Apresentação de Manuel Jorge Veloso
Este concerto constitui uma viagem pelos “tempos do jazz”. Aqui se faz uma panorâmica da história das big bands, sobretudo num período que agitou a história desta musica nos EUA (1930 a 1950). No entanto, este concerto ultrapassa em muito esse limite temporal e acompanha a evolução da grande Orquestra de Jazz até aos nossos dias. Comentado por Manuel Jorge Veloso, compreende obras de compositores e arranjadores como Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, Gil Evans,...


Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Gileno Santana, José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Telmo Marques (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2010


julho


17

|

Marginal, Matosinhos

Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz - Repertório Tradicional Big-Bands

2010


julho


3

|

Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”


VI- Outros Reflexos da Modernidade nas Big Bands

Sendo certo que, por definição, o free jazz se não dá bem com os rigores da partitura, músicos houve que mesmo assim inventaram, de forma nova e diferente, para a grande orquestra. Charles Mingus, Gunther Schuller, Oliver Nelson, George Russell ou Muhal Richard Abrams foram alguns deles. E Duke Ellington termina a carreira em grande.

Direção Musical: Carlos Azevedo

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Ricardo Formoso, José Silva

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Andreia Santos, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2010


maio


13

|

Exponor - Matosinhos em Jazz, Matosinhos

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

VI - Outros Reflexos da Modernidade nas Big Bands

Sendo certo que, por definição, o free jazz se não dá bem com os rigores da partitura, músicos houve que mesmo assim inventaram, de forma nova e diferente, para a grande orquestra. Charles Mingus, Gunther Schuller, Oliver Nelson, George Russell ou Muhal Richard Abrams foram alguns deles. E Duke Ellington termina a carreira em grande.

Concerto comentado por Manuel Jorge Veloso e inserido na programação do festival Matosinhos em Jazz.

Convidados: Manuel Jorge Veloso (comentador)

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Gileno Santana, José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Telmo Marques (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2010


maio


8

|

Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

V - As Big Bands e o Jazz moderno (2)

A par da evolução do jazz, as big bands começam a assumir-se como oficinas da experimentação musical. Nalguns casos, os arranjadores são os chefes da orquestra (ou vice-versa?). É o tempo de Shorty Rogers, Gerry Mulligan, Bob Brookmeyer, Marty Paich, Al Cohn e Bill Russo. E Stan Kenton e Gil Evans são expoentes da época.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira, Daniel Bernardino (oboé)

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Gileno Santana, José Silva , Ricardo Formoso

Trompa: Nelson Silva , Hélder Vales

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias , Andreia Santos

Tuba: Sérgio Carolino

Secção Rítmica: Telmo Marques (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2010


janeiro


15

|

Cine-Teatro São Pedro, Águeda

II - O Jazz na Pista de Dança

Juntam-se a esta história três nomes pioneiros à frente das suas orquestras: Andy Kirk, Benny Carter e Chick Webb. Na escrita dos arranjos, dão cartas Mary Lou Williams, Eddie Durham, Edgar Sampson e mais tarde Neil Hefti. Mas Basie é agora o “Count”, a grande personalidade deste período, na esteira de Benny Moten.

Direção Musical: Pedro Guedes

Música: Bennie Moten, Benny Carter, Count Basie, E. Warren - B. Engvick, Eddie Durham, Fields McHugh, Frank Foster, Freddie Green , Gershwin - Kahn, Lester Young, Mary Lou Williams , Miller - Durham, Neal Hefti, Vernon Duke

Arranjos: Benny Carter, Buck Clayton, Buster Harding, Eddie Durham, Fletcher Henderson, Frank Foster, Freddie Green , Lester Young, Mary Lou Williams , Neal Hefti, "Wild Bill" Davis

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Gileno Santana, José Silva

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Paulo Perfeito, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Virxílio da Silva (guitarra), Carlos Azevedo (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2009


dezembro


19

|

Cine-Teatro Constantino Nery, Matosinhos

IV - As Big-Bands e o Jazz Moderno 1

2009


dezembro


4

|

Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

IV - As Big Bands e o Jazz moderno (1)

As grandes orquestras brancas – Artie Shaw, Gene Krupa e Les Brown, entre outras – juntam-se às de Billy Eckstine ou Lionel Hampton nesses derradeiros tempos do Swing. E quer Dizzy Gillespie quer Woody Herman demonstram como o bebop e o cool podem ser “traduzidos” para big band.

Direção Musical: Carlos Azevedo

Música: Bill Holman, Bob Brookmeyer, Bob Nieske, Carla Bley, Jim McNeely, John Hollenbeck, Maria Schneider, Ornette Coleman, Toshiko Akiyoshi

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva, Gileno Santana, José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Jeffery Davis (vibrafone), Telmo Marques (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Marcos Cavaleiro (bateria)

2009


novembro


20

|

Cine-Teatro de Estarreja, Estarreja

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

II - O Jazz na Pista de Dança

Juntam-se a esta história três nomes pioneiros à frente das suas orquestras: Andy Kirk, Benny Carter e Chick Webb. Na escrita dos arranjos, dão cartas Mary Lou Williams, Eddie Durham, Edgar Sampson e mais tarde Neil Hefti. Mas Basie é agora o “Count”, a grande personalidade deste período, na esteira de Benny Moten.

Direção Musical: Pedro Guedes

Música: Bennie Moten, Benny Carter, Count Basie, E. Warren - B. Engvick, Eddie Durham, Fields McHugh, Frank Foster, Freddie Green, Gershwin - Kahn, Lester Young, Mary Lou Williams, Miller - Durham, Neal Hefti, Vernon Duke

Arranjos: Benny Carter, Buck Clayton, Buster Harding, Eddie Durham, Fletcher Henderson, Frank Foster, Freddie Green, Lester Young, Mary Lou Williams, Neal Hefti, "Wild Bill" Davis

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva, Gileno Santana, José Silva

Secção Rítmica: Virxílio da Silva (guitarra), Telmo Marques (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2009


novembro


7

|

Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

III - Consagração do Swing

Os ballrooms continuam repletos e os micros estão lá, a transmitir em directo para a rádio: Jimmy e Tommy Dorsey, Glenn Miller, Charlie Barnet, Earl Hines e Cab Calloway põem os pares a dançar. Entretanto, o Swing, como estilo, adopta o swing, como forma de entender o tempo. E Benny Goodman é consagrado o seu “King”.

Direção Musical: Pedro Guedes

Música: B. Goodman - E. Sampson - M. Parrish, C. Christian - B. Goodman - DeLange, Charlie Barnet, Chico O'Ferrill, E. Hawkins - B. Johnson, Eddie Sauter, F. Baldridge - G. Stone - J. Bonime, G. Jenkins, I. Berlin, Jelly Roll Morton, Jimmy Mundy, Joe Lippman, L. Prima, N. Washington - G. Bassman, Sy Oliver

Arranjos: Billy Moore, Charlie Barnet, Chico O'Ferrill, Eddie Sauter, Edgar Sampson, Fletcher Henderson, G. Bassman - F. Henderson, Jerry Gray, Jimmy Mundy, Joe Lippman, Miles Collins, Noni Bernardi, Sy Oliver

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva, Gileno Santana, José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Eurico Costa (guitarra), Carlos Azevedo (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2009


setembro


18

|

Centro de Arte, Ovar

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”


I - As Origens da Big Band


A surpresa e a ingenuidade de certo “jazz sinfónico”, a figura singular de Paul Whiteman, o papel essencial de Don Redman ou Sy Oliver, como arranjadores, e de Fletcher Henderson e Jimmie Lunceford, como chefes de orquestra, e a afirmação do génio de Ellington, o elegante “Duke” desta aristocracia emergente.



Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Guimarães, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Gileno Santana, José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Álvaro Martins (banjo), Carlos Azevedo (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2009


agosto


2

|

Colina de Camões, Coimbra

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

I - As Origens da Big Band

A surpresa e a ingenuidade de certo “jazz sinfónico”, a figura singular de Paul Whiteman, o papel essencial de Don Redman ou Sy Oliver, como arranjadores, e de Fletcher Henderson e Jimmie Lunceford, como chefes de orquestra, e a afirmação do génio de Ellington, o elegante “Duke” desta aristocracia emergente. Este concerto integra a programação da primeira edição do Festival das Artes de Coimbra.

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Nick Marchione, Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , José Silva

Trombone: Michaël Joussein, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Álvaro Martins (banjo), Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2009


julho


18

|

Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”

II - O Jazz na Pista de Dança

Juntam-se a esta história três nomes pioneiros à frente das suas orquestras: Andy Kirk, Benny Carter e Chick Webb. Na escrita dos arranjos, dão cartas Mary Lou Williams, Eddie Durham, Edgar Sampson e mais tarde Neil Hefti. Mas Basie é agora o “Count”, a grande personalidade deste período, na esteira de Benny Moten.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Pedro Brandão, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Gileno Santana, José Silva

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Paulo Perfeito, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Virxílio da Silva (guitarra), Telmo Marques (piano), José Carlos Barbosa (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2009


abril


27

|

B-Flat, Matosinhos

Repertório Tradicional Big-Bands

2009


abril


13

|

B-Flat, Matosinhos

“Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto”


I - As Origens da Big Band

A surpresa e a ingenuidade de certo “jazz sinfónico”, a figura singular de Paul Whiteman, o papel essencial de Don Redman ou Sy Oliver, como arranjadores, e de Fletcher Henderson e Jimmie Lunceford, como chefes de orquestra, e a afirmação do génio de Ellington, o elegante “Duke” desta aristocracia emergente.


Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Guimarães, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Gileno Santana, José Silva

Trombone: Daniel Dias, Álvaro Pinto, Paulo Perfeito, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Álvaro Martins (banjo), Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

2009


abril


4

|

Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

Big Bands, do Ballroom à Sala de Concerto

I - As Origens da Big Band

A surpresa e a ingenuidade de certo “jazz sinfónico”, a figura singular de Paul Whiteman, o papel essencial de Don Redman ou Sy Oliver, como arranjadores, e de Fletcher Henderson e Jimmie Lunceford, como chefes de orquestra, e a afirmação do génio de Ellington, o elegante “Duke” desta aristocracia emergente.

Direção Musical: Pedro Guedes

Madeiras: José Luís Rego, João Guimarães, Mário Santos, José Pedro Coelho, Rui Teixeira

Trompete: Rogério Ribeiro, Susana Santos Silva , Gileno Santana, José Silva

Trombone: Paulo Perfeito, Daniel Dias, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias

Secção Rítmica: Álvaro Martins (banjo), Carlos Azevedo (piano), Demian Cabaud (contrabaixo), Michael Lauren (bateria)

Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image

Fechar

PARTILHAR