Image
Orquestra Jazz de Matosinhos & Mark Turner

Sobre

Eventos

Vídeos

Fotografias

Mark Turner tornou-se uma referência máxima do jazz contemporâneo na viragem de século, com vários álbuns seminais em nome próprio e colaborações intensas com uma geração de músicos onde se incluíam nomes como Brad Mehldau, Kurt Rosenwinkel, Joshua Redman e Chris Potter, entre outros. A sua personalidade expressiva funde-se com o saxofone tenor de modo admirável, sabendo como poucos transformar uma rede de influências inescapáveis – Coltrane, Henderson, Shorter – em linguagem pura e original. Trata-se de uma personalidade musical calma e reflexiva, mas também aventureira fazendo bom uso do pleno domínio técnico do instrumento. O seu último álbum, editado no ano passado, tornou-se um acontecimento: depois de 13 anos sem gravar como líder, juntou-se à mítica ECM para apresentar “Lathe of Heaven", celebrado entusiasticamente pela crítica.


O ano de 2008 marcou o primeiro encontro de Mark Turner com a OJM, como um dos três saxofonistas convidados no projecto 3 Tenores. Já então nos foi dada a oportunidade de o ouvir interpretar a música original de Pedro Guedes e Carlos Azevedo. Na verdade, convém lembrar, foi com esta música que tudo começou para a big band de Matosinhos, já lá vai uma década e meia. As composições dos dois diretores da orquestra foram uma pedrada no charco da criação jazzística nacional, e vários desses títulos são agora revisitados a par de composições mais recentes de ambos.

Eventos

2015


novembro


28

|

Festival Internacional de Jazz, Barcelona

L'AUDITORI, FESTIVAL INTERNACIONAL DE JAZZ, BARCELONA

É já a 28 de Novembro que a Orquestra Jazz de Matosinhos se apresenta em digressão com o grande saxofonista americano, Mark Turner.

Mark Turner tornou-se uma referência máxima do jazz contemporâneo na viragem de século, com vários álbuns seminais em nome próprio e colaborações intensas com uma geração de músicos onde se incluíam nomes como Brad Mehldau, Kurt Rosenwinkel, Joshua Redman e Chris Potter, entre outros. A sua personalidade expressiva funde-se com o saxofone tenor de modo admirável, sabendo como poucos transformar uma rede de influências inescapáveis – Coltrane, Henderson, Shorter – em linguagem pura e original. Trata-se de uma personalidade musical calma e reflexiva, mas também aventureira fazendo bom uso do pleno domínio técnico do instrumento. O seu último álbum, editado no ano passado, tornou-se um acontecimento: depois de 13 anos sem gravar como líder, juntou-se à mítica ECM para apresentar “Lathe of Heaven", celebrado entusiasticamente pela crítica.

O ano de 2008 marcou o primeiro encontro de Mark Turner com a OJM, como um dos três saxofonistas convidados no projecto 3 Tenores. Já então nos foi dada a oportunidade de o ouvir interpretar a música original de Pedro Guedes e Carlos Azevedo. Na verdade, convém lembrar, foi com esta música que tudo começou para a big band de Matosinhos, já lá vai uma década e meia. As composições dos dois diretores da orquestra foram uma pedrada no charco da criação jazzística nacional, e vários desses títulos são agora revisitados a par de composições mais recentes de ambos.

O reencontro da OJM com Mark Turner marca mais um passo importante na internacionalização do agrupamento, depois de viagens a Bruxelas, Milão, Nova Iorque, França e Barcelona. Acontece na sala Auditori como parte do prestigiado Voll-Damm Festival Internacional de Jazz de Barcelona, um enorme festival que se prolonga de 26 de Setembro a 11 de Dezembro e cujo cartaz conta este ano com figuras como Diana Krall, Chick Corea, Chucho Valdés, Marc Ribot e Kurt Rosenwinkel.

2008


julho


13

|

Centro Cultural de Belém, Lisboa
2007


abril


21

|

Salão Brazil, Coimbra
2007


abril


20

|

Maxime, Lisboa
2007


abril


19

|

11º Matosinhos em Jazz - Exponor, Matosinhos
2004


novembro


16

|

Auditório Universidade do Minho, Guimarães
2004


maio


16

|

Teatro Rivoli, Porto

Vídeos

Fechar

PARTILHAR